Teste à BMW R nineT Scrambler

O modelo revivalista nineT tem criado uma nova era na BMW Motorrad com a busca do puro espirito que guiou a BMW desde 1923.

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JoseMorgado
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Teste à BMW R nineT Scrambler

Mensagem por JoseMorgado » 27 out 2016 02:09

Mais uma vez, com o apoio da Motomil, tive a oportunidade de experimentar a novíssima BMW R nineT Scrambler.

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Este modelo, disponível há muito pouco tempo, vem na linha de outros lançamentos recentes, da gama "Heritage" da BMW, sendo como que uma "especialização", da R nineT, que saiu em 2013.

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Relativamente à R nineT, mantem o mesmo motor, de 1.170 cm3, 110 hp e 116 Nm, refrigerado a ar/óleo.

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Mantem também o quadro de estrutura tubular, com motor autoportante, agora dividido em três partes, para uma maior facilidade de customização.

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O final da linha de escape passou a ser sobre-elevada, com dois silenciadores.

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Ligados a umas belíssimas curvas de escape.

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A válvula electrónica manteve-se.

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A caixa de 6 velocidades, o veio de transmissão e o diferencial também são os mesmos.

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Mudaram as suspensões.

À frente, são forquilhas tradicionais, em vez de invertidas, com mais curso, 125 mm, em vez dos 120 mm anteriores e com foles de protecção.

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E a trás, com 140 mm, em vez dos 120 mm anteriores.

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Nenhuma permite qualquer tipo de afinação, apesar de a pré-carga da mola traseira poder ser alterada, com ferramenta específica, não disponível ao proprietário.

O angulo da coluna de direcção diminuiu de 64.5* para 61*, aumentando a maneabilidade.

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O amortecedor de direcção foi mantido.

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A roda dianteira passou de 17'' para 19'', sendo que a mota que experimentei tinha umas bonitas jantes de raios cruzados, que permitem a montagem de pneus tubless, mas que são um extra ao modelo base.

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A roda traseira manteve as 17''.

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Os travões à frente mantiveram-se com 2 discos de 320 mm e maxilas de 4 pistons, que deixaram de ser radiais.

A trás, o disco de 265 mm, assim como a maxila de 2 pistons, foram mantidos.

A nível ergonómico, a Scrambler é bastante diferente da R nineT.

O triangulo imaginário, formado pelo guiador, banco e poisa pés do condutor foi modificado, para privilegiar uma condução mais direita e descontraída.

Assim, o guiador, que agora é mais largo.

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Está acoplado numa posição muito mais elevada.

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O banco também subiu, podendo ser escolhido para colocar o condutor entre os 815 mm e os 850 mm do solo, contra os 775 mm e os 785 mm da R nineT e mudou a sua posição relativa no quadro.

Tem um acabamento macio, muito agradável ao toque.

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Os poisa pés desceram e também mudaram a sua posição relativa no quadro.

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Os comandos são os típicos das BMW's actuais.

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Com a possibilidade de regular o posicionamento das manetes.

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Os espelhos retrovisores são muito "normais" e permitem uma boa visibilidade para a retaguarda.

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O "Painel" de instrumentos é o mais simples e básico possível.

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Para além do velocímetro analógico e de algumas luzes avisadoras, o seu display só indica, à vez, as horas, Odómetro total, Trip 1, Trip 2, Trip Automático e, pasme-se, a Temperatura do Motor.

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Não tem indicador do nível de combustível.

Quando chegamos à reserva, surge um símbolo no display e aparece um Trip R a piscar, indicando a distancia percorrida desde então.

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Também não tem indicador da relação de caixa engrenada, o que, aliado à ausência de conta-rotações, não permite a percepção, pela posição relativa dos ponteiros do velocímetro e do conta RPM, do instante em que já atingimos a 6ª.

É muito frequentemente andamos à procura de mais uma velocidade para engrenar.

A ignição, que está colocada, entre o depósito e a coluna da direcção, impede a utilização de porta chaves, com outras chaves, pois, facilmente, danificariam a pintura do depósito.

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O farol, esteticamente, é à imagem do estilo da mota, com o pormenor da presença do símbolo da BMW no seu interior.

Ilumina aceitavelmente mas, também neste aspecto, mantém a imagem "retro", com lâmpadas de incandescência tradicionais.

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Na traseira, pelo contrário, já se utiliza a tecnologia led.

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Os piscas também tinham led's, mas neste caso, são um extra.

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Como "comodidades", esta mota tinha, "somente":

Uma tomada de corrente DIN, instalada junto do motor, ainda assim, muito importante para ligar, p. ex., um GPS.

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E os punhos aquecidos, com dois níveis, também um extra.

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A nível de segurança, tinha ABS, de série em todos os modelos actuais da BMW e controlo de tracção, que pode ser desligado, mas é um extra.

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Tudo o resto foi pensado, essencialmente, para resultar "bem" esteticamente.

Todos os pormenores são de grande qualidade e com um design muito cuidado.

O depósito, uma bela criação em aço, com capacidade para 17,5 l.

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O painel, com "um" só instrumento.

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A traseira, muito minimalista que, quando a estrada está molhada, não protege, nada, quer o condutor, quer os que vêm a circular na traseira da mota.

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O banco, lindíssimo e até confortável, mas que tem pouco espaço para o pendura e não permite que o mesmo se "agarre" a ele, ou a outra coisa qualquer.

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A bonita entrada de ar.

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O motor, com "tudo à vista", realça a arquitectura Boxer, e dá um "look" único a esta Scrambler.

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As "panelas" de escape e respectivas curvas que, para além do design, proporcionam uma espectacular sonoridade.

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O guarda lamas dianteiro, bonito, mas minúsculo, que deixa a roda da frente livre para lançar água para todo o lado.

Os foles da suspensão, também bonitos e úteis na protecção.

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As jantes, com raios cruzados e de 19'' na dianteira que, para além da sua qualidade, resultam muito bem no estilo "Scrambler".

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A frente, também muito minimalista, mas que, mais uma vez, realça a personalidade desta mota.

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Ninguém fica indiferente à presença da BMW nineT Scrambler.

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Depois de toda esta descrição, só faltam as minhas impressões.

Este test ride foi aprazado com a Motomil, para poder coincidir com o Passeio à Barragem do Roxo, organizado pelo BMW MC PT.

Nada mais agradável se podia perspectivar.

O São Pedro é que veio baralhar estas combinações.

Desde o meio da semana que, a "Autoridade Nacional de Protecção Civil", tinha começado a lançar avisos "Laranjas" de mau tempo, para o final de semana, e principalmente, para o Sul de Portugal.

E assim foi, logo na sexta, ao final da tarde, começou a chover, por vezes, com grande intensidade.

Como já tinha tudo combinado, bem equipado, saí no Sábado, logo de manhã cedo.

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Fiz cerca de 600 km, mais de metade sob chuva, por vezes muito intensa, mas também com algum Sol e até calor.

Tudo correu muito bem, muito melhor, aliás, do que estava inicialmente à espera.

Assim:

A Scrambler, mesmo ainda parada, atrai os olhares mais curiosos, muito pelo seu estilo, Café Racer, de grande qualidade.

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Quando nos sentamos nela, notamos logo o posicionamento, muito natural, do guiador e do banco, sendo que este, para além de muito bonito, é também muito confortável.

Os comandos são os habituais nas BMW's actuais e, so se estranha, a simplicidade e os "poucos" botões disponíveis.

Na Scrambler, não existem botões para, computador de bordo, controlo de suspensão electrónico, controlo da pressão dos pneus, modos de condução, cruise control, rádio, GPS, posicionamento do vidro frontal, etc, etc.

Tudo é muito simples e muito básico.

A que experimentei tinha punhos aquecidos, com dois níveis, extra muito útil durante o fim de semana em que andei com ela.

As manetes, têm, regulação de afastamento.

O painel de instrumentos, é também, o mais simples possível.

Para além do velocímetro, com algumas luzes avisadoras, pouco mais existe.

Confesso que me fez falta a indicação da velocidade engrenada, principalmente porque, com a ausência do conta rotações, que poderia ajudar, pela comparação da posição do seu ponteiro, com a posição do ponteiro do velocímetro, nunca sabemos se já chegámos à 6ª velocidade e estamos sempre a ser tentados em procurar uma velocidade acima.

Também senti alguma falta, principalmente porque não conhecia bem a mota, do indicador do nível de combustível.

Durante os percursos que fiz, por estradas secundárias alentejanas, estava sempre com receio de ver aparecer a indicação da reserva e, não ter, nenhum posto de abastecimento próximo.

Quando se põe o motor em funcionamento, o roncar, grave, dos escapes, faz imediatamente atrair as atenções.

Em andamento, a posição de condução é muito natural e direita, com as pernas pouco flectidas, sem pressões desagradáveis nas costas, joelhos ou pulsos.

O conforto só não é maior, porque a suspensão é seca, transmitindo ao condutor, muitas das imperfeições e desníveis do percurso.

Como não é possível fazer qualquer afinação no amortecimento, a única solução é adequar o andamento à qualidade do piso.

Ainda assim, mediante uma melhor posição de condução e um maior curso da suspensão, a Scrambler é muito mais confortável que a R nineT original.

Como esta mota está despojada de tudo o que não é essencial, sendo portanto muito mais leve que outros modelos R 1200, os arranques são fulgurantes, potenciados ainda, psicologicamente, pelo roncar dos escapes.

O som ambiente que produzem, é muito viciante, sendo muito apelativo ao rodar vigoroso do punho direito.

Também as travagens são excelentes e potentes, sem qualquer problema no seu doseamento.

Pelas potencialidades já conhecidas deste motor, passado pouco tempo, estamos a desejar sair da cidade, e circular pelas vias rápidas dos arredores, explorando um pouco mais as qualidades deste conjunto.

Aí, rapidamente, a suspensão deixa de apresentar "secura", passando a proporcionar uma estabilidade e segurança irrepreensível, colocando a Scrambler, sempre sem qualquer esforço, sobre a linha da trajectória por nós idealizada.

Parece que vai sobre carris.

Quer em linha recta, quer em curva, é grande o prazer de condução que a Scrambler transmite.

A única coisa que apetece é, rodar o punho, e devorar mais km's.

Só que esta satisfação dura pouco.

Num instante chegamos aos 140 km/h, 160 km/h, e a pressão do vento frontal, que começa por ser, a princípio, desconfortável, passa, logo depois, a insuportável.

Logo que se baixa a velocidade para os, 120 km/h, 130 km/h, de imediato se sente um alívio, e o prazer volta por inteiro.

Este é talvez o grande defeito desta mota, igual, aliás, ao das outras motas Naked de grande cilindrada.

A ausência de protecção aerodinâmica é total.

Por isto, e só por isto, com a Scrambler, as autoestradas estão fora de questão e mesmo as vias rápidas, só são suportáveis, se forem curtas.

Na lista de Extras, existe um que, para além de acentuar o Look Scrambler, terá, de certeza, alguma eficácia na protecção ao vento frontal.

Em inglês, tem mesmo nome de, "Windscreen Scrambler".

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Com esta "protecção", talvez este "defeito" só apareça a velocidades mais altas.

Foi assim, com satisfação, que levei a Scrambler para as estradas nacionais alentejanas, passando primeiro pela Arrábida, Setúbal e Troia.

Foi pena que os avisos laranjas se tenham confirmado acertados durante parte da manhã de Sábado mas, assim, pude também comprovar a grande eficácia e equilíbrio da construção da Scrambler, pois permitiu andar com o piso muito encharcado, fazendo curvas com muita agilidade e segurança.

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Foi também uma agradável surpresa, a qualidade demostrada pelos pneus Metzeler Tourance Next que, mesmo com muita água, mantiveram uma grande estabilidade a direito e uma aderência fenomenal em curva, mesmo em ângulos quase proibitivos.

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Felizmente, no final da manhã, e durante quase toda a tarde, o tempo secou.

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Consegui assim, com mais facilidade, experimentar um pouco mais as características "naturais" da Scrambler.

Antes de mais, e depois de ter já andado quase 200 km, a posição de condução continuava a proporcionar muito conforto, permitindo continuar a conduzir, sem qualquer esforço físico, com muita descontração e satisfação.

Nas estradas sinuosas, as acelerações eram muito rápidas e, com o aproximar de qualquer curva, a travagem produzia uma desaceleração muito potente, mas doseável, sem grandes afundamentos da suspensão dianteira, permitindo entrar, e negociar as curvas, com grande estabilidade e rapidez.

Foi com grande deleite que, os km's de retas e curvas, feitos a grande velocidade, foram percorridos.

Pude assim constactar que, sem qualquer dúvida, foi para estas estradas que a Scrambler foi pensada e construida.

O único senão acontecia, quando a qualidade do piso se degradava muito, e o amortecimento da suspensão, muito seco, não permitia a absorção devida das irregularidades.

Tudo isso acabou quando, um pouco antes de Castro Verde, e até à Barragem do Roxo, caiu mais uma "enorme" carga de água, fazendo com que o pneu dianteiro parecesse a proa de um navio, a abrir sulcos no lençol de água que cobria a estrada.

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Apesar de o ritmo ter de passar a ser necessariamente mais calmo, a estabilidade da mota e a qualidade dos pneus, permitiram um andamento ainda assim vivo.

No meio de tudo isto, pelas reduzidas dimensões do guarda lamas dianteiro e pela quase inexistência de guarda lamas traseiro, a quantidade de água que era lançada para o ar, vinda do pneus, era enorme.

Que o digam os companheiros que, momentaneamente, se posicionavam na minha traseira e que logo se tinham de afastar, para não serem atingidos pela projecção de água da minha roda traseira.

Definitivamente, os designer's da R nineT Scrambler, não pensaram na utilização da mota à chuva.

Outro momento de grande satisfação aconteceu quando, depois da saída do Hotel Vila Galé, Casa de Campo, apanhei o IP 2, até Beja, com um piso e traçado quase a estrear, na altura já secos, o que permitiu fazer o percurso a grande velocidade, aproveitando as irrepreensíveis qualidades, quase desportivas, desta mota.

Depois de Beja, até Lisboa, foram quase 200 km, sempre à chuva, por vezes forte e à noite, o que me fez refrear um pouco o andamento

No Domingo, ainda fui tomar o pequeno almoço ao Skipper da Marina de Cascais e almoçar a Sintra, sempre com um dos meus filhos à pendura, que se queixou da falta de pegas, ou de outra coisa qualquer para se agarrar, apesar de dizer que o banco, apesar de pequeno, até é confortável.

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Nestas voltas todas fiz quase 600 km, sempre com grande satisfação, tendo a R nineT Scrambler gasto uma média de 5,1 l/100 km.

Entre os dois abastecimentos que realizei, percorri 283 km, tendo nessa altura atestado com 14 l de combustível, um depósito que leva 17,5 l.

A indicação da reserva estava a piscar, com 17 km já realizados.

Concluindo, a R nineT Scrambler é uma mota com um design muito apelativo, com um grande aprumo estético e uma qualidade de construção irrepreensível.

Alia a grande performance e qualidade do conjunto, já muito comprovado, composto pelo motor boxer R 1200, refrigerado a ar/óleo, caixa de 6 velocidades, embraiagem nono disco a seco e transmissão secundária por veio e diferencial, à simplicidade de um quadro tubular, suspensão sem regulações electrónicas, travagem de grande qualidade, e ausência de carenagens, para conseguir um conjunto muito equilibrado e eficaz.

Alguns dizem que se foi à essência da mota, sem a utilização de "extras" supérfluos.

É quase uma "Café Racer", acabada de sair da fábrica.

É a mota ideal para quem anda na cidade, ou à volta dela e, esporadicamente, gosta de fazer umas viagens, para destinos não muito distantes.

É também a mota ideal para quem pretenda uma base, muito interessante e de grande qualidade, para fazer uma "customização" mais a seu gosto.

Não serve, para quem pretenda muito conforto e grandes tecnologias.

É inapropriada, para quem goste de fazer longas viagens.

Para quem já tem uma mota "Grande", é uma excelente 2ª mota, para um dia a dia, com muito estilo.

Para finalizar, não podia deixar de agradecer à Motomil, mais esta fantástica experiência.
José Morgado
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Re: Teste à BMW R nineT Scrambler

Mensagem por amandio » 27 out 2016 07:20

Muito bom e bem detalhado report!
A simplicidade parece ser o ponto forte... se não é importante não é preciso!

Gosto do conceito e pela tua descrição é mesmo o que esperava da mota. :D
Ideal para uma 2ª mota.
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Re: Teste à BMW R nineT Scrambler

Mensagem por j luis » 27 out 2016 14:59

Magnifica Mota
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Re: Teste à BMW R nineT Scrambler

Mensagem por JoseMorgado » 28 out 2016 08:39

amandio Escreveu:Ideal para uma 2ª mota.
Temos que convencer a BMW a fazer descontos para quem já tenha outras motas da marca!!
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Re: Teste à BMW R nineT Scrambler

Mensagem por josecunha » 28 out 2016 08:43

Posso dizer uma coisa :?:

Não gosto da mota.
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Re: Teste à BMW R nineT Scrambler

Mensagem por amandio » 28 out 2016 08:46

josecunha Escreveu:Posso dizer uma coisa :?:

Não gosto da mota.
Hoje acordaste no lado do contra :?: :mrgreen:
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Re: Teste à BMW R nineT Scrambler

Mensagem por josecunha » 28 out 2016 08:52

Não sei.

Mas uma coisa eu sei.

Não gosto da mota :!:
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Re: Teste à BMW R nineT Scrambler

Mensagem por JoseMorgado » 28 out 2016 12:45

josecunha Escreveu:Não gosto da mota :!:
Não faz mal, quando fizeres anos não levas "prenda"!!
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Re: Teste à BMW R nineT Scrambler

Mensagem por j luis » 28 out 2016 23:30

Hoje, amanhã e ate eu não poder mais é "minha" :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen:

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Re: Teste à BMW R nineT Scrambler

Mensagem por JoseMorgado » 29 out 2016 13:22

Boa João Luís.

Parabéns pela aquisição.

Para onde é que vai ser a rodagem?!
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