Iberian Coast Tour 2016-4 Extremos Ibéricos

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Re: Iberian Cost Tour 2016-4 Extremos Ibéricos

Mensagem por JoseMorgado » 13 abr 2016 22:22

jpgb Escreveu:Não se esqueçam de comer o Arroz de Bogavante, muito bom! :D :D
Amigo Jaime, claro que comemos um tacho de "Arroz de Bogavante", acompanhado com uma garrafa de "Cava"!

Estivemos no restaurante "Coral", mesmo ao pé da marina e de clube náutico.

Eu e o Luís gostámos muito, o António, reclamou que só tinha "cascas"!!!
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Re: Iberian Cost Tour 2016-4 Extremos Ibéricos

Mensagem por JoseMorgado » 13 abr 2016 23:53

3º Dia, 783 km, A Corunha-Cabo de Estaca de Bares-Gijón-Santander-Bilbao-San Sebastián-Saint Jean de Luz

Saímos do hotel na Corunha, pelas 9h, com uma chuvada torrencial, a temperatura a variar entre o 1º e os 4º célsio e um vento muito forte.

Uma verdadeira "Borrasca", como dizem os espanhóis!!

Ainda demos uma volta pelo zona do porto, pela zona histórica e passamos no túnel e Torre de Hércules.

Mas nem parámos, tal era a chuvada e o frio.

Por isso, não há fotografias.

Fomos em direcção a Ferrol e depois para o Cabo de Estaca de Bares, o ponto mais a Norte da Península Ibérica e o 2º Objectivo da nossa viagem.

Até cerca de 20 km do cabo, a chuva, o frio e o vento, vieram sempre connosco, tornando a condução muito difícil.

Em alguns locais, caiam mesmo algum flocos de neve!

Ao fim de quase duas horas de viagem, ainda só tínhamos feito pouco mais que 60 km.

Tivemos que parar e, num café bem aquecido, reforçámos o equipamento.

Uma bomba de gasolina fechada, serviu de proteção, para mexer na bagagem.

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Felizmente, quase que por milagre, pouco tempo antes de chegarmos ao nosso objectivo, a chuva despareceu, o Sol começou a aparecer e, felizes, atingimos o local pretendido.
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Não fomos ao farol, pois o acesso é difícil e apenas pedestre.

As vistas do ponto mais a Norte da Península.
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Como estávamos muito atrasados, daí para a frente seguimos sempre em ritmo acelerado, sem parar, mas felizmente, sempre com Sol entre nuvens altas, temperatura amena, apesar algum vento com rajadas fortes.

Chegámos a Gijón, por volta das 15h, esfomeados.

Parámos as motas na zona da marina.
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Foi altura de recuperar energias e tirar "roupa", já estava quase calor!!
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Rapidamente seguimos para Santander, sempre com tempo ameno, onde parámos para um café rápido.

A minha mota, em frente à esplanada.
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A do Luís e a do António, preferiram a companhia de umas mais "novas".
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Mais uma vez a correr, que se fazia tarde, fomos para Bilbau, onde ainda tivemos tempo para tirar uma foto junto ao Museu Guggenheim.
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E ao seu "Urso Puppy".
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Seguimos viagem.

Já era de noite quando chegámos a San Sebastián.
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E o mar estava alteroso.
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Passámos a fronteira com França, no meio de um transito intenso, de centenas de camiões TIR.

Quando chegámos ao "Ibis" de Saint Jean de Luz, já eram 23h.
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Estava uma noite muito calma, com temperatura agradável, 18º célsio e sem vento.

Foi só descarregar as motas, guardá-las na garagem e irmos a correr para o único restaurante ainda aberto,

Comemos uns "linguados au meunier".

Foram regados com um vinhinho francês, escolhido pelo António, o nosso "escanção" de serviço, atendidos por uma sra. portuguesa, de Bragança, muito simpática.
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Entretanto, as luvas do Luís a secarem na saída do ar condicionado!

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O dia tinha sido muito longo mas, os objectivos, tinham sido alcançados.

Tinha começado mal mas, felizmente, acabou muito bem!!
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Re: Iberian Cost Tour 2016-4 Extremos Ibéricos

Mensagem por JoseMorgado » 14 abr 2016 04:59

abbocath Escreveu:que o sol venha depressa e empurre a água para outros dias!
Apesar de ainda não ter tido tempo para contar o resto dos dias......

.....Até agora, temos andado sempre à frente da chuva!!!
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Mensagem por amandio » 14 abr 2016 06:50

A "mãezinha" bem avisou para levarem o casaquinho :mrgreen:
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Re: Iberian Cost Tour 2016-4 Extremos Ibéricos

Mensagem por amandio » 14 abr 2016 06:51

Apesar do frio e da chuva, o passeio parece ter sido um espectáculo!
:D :D :D
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Re: Iberian Cost Tour 2016-4 Extremos Ibéricos

Mensagem por luiz silva » 14 abr 2016 11:07

Esse dia foi longo!!

Lugares espetaculares, boa comida e vinho, boa companhia...que siga assim todos os dias!!

Abçs
Luiz

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Mensagem por JoseMorgado » 17 abr 2016 03:22

4º Dia, 609 km, Saint Jean de Luz-Estação Ferroviária de Canfranc-Col d'Aubisque-Puerto de Portalet-Fiscal-Vielha

Ao contrário dos dias anteriores, no Porto de Saint Jean de Luz, o dia amanheceu radioso.
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Como acordei cedo, dei um passeio matinal pela zona do canal.
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Este é o restaurante onde jantámos ontem à noite.
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Os avisos à navegação. Felizmente não aplicáveis às nossas motas.
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Quando fui tomar o pequeno almoço, vi que o António já lá estava, e descobrimos que "afinal havia outro" Ibis naquele edifício.
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e que estávamos a comer no errado.

Quanto às motas, não havia esse problema, pois a garagem é comum.
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Aqui junto à praia de Saint Jean de Luz.
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Fomos para Sul, em direcção a Pamplona e depois a Jaca.

Uma lagoa "verde", perto de Jaca.
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Mais uma paragem para "abastecer".
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Foi no:
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Chegámos depois à Estação Ferroviária Internacional de Canfranc.

Começada a construída em 1923, foi inaugurada em 1928, num imponente estilo "Art Nouveau" e era na altura a maior estação ferroviária da Europa, sendo ainda hoje a 2ª maior, a seguir à de Leipzig.

Impressiona pela grandeza e monumentalidade, num local tão isolado, no fundo de um vale das montanhas pirenaicas.

Construída para responder às necessidades de transbordo de passageiros e mercadorias, na mais importante ligação ferroviária, entre Espanha e França.

Tinha duas plataformas, uma de bitola ibérica, a ocidental e uma de bitola europeia, a leste.

Na sua inauguração, tinha já iluminação eléctrica, uma grande novidade na época.

Durante a 2ª Guerra Mundial, os alemães, com o acordo de Franco, ocuparam a estação para um melhor controlo de pessoas e mercadorias.

No final desse período, ficou também conhecida pela passagem de grande número de toneladas de ouro, prata e outros bens valiosos, confiscados aos judeus pelos nazis.

Os próprios nazis, utilizaram em grande número essa passagem para ocidente, na fuga em direcção à América do Sul.

Com o descarrilamento de um comboio, que destrui uma ponte do lado francês da linha, a estação foi desactivada em 1970, tendo vindo a degradar-se desde então.

É visitável nos meses de Julho e Agosto.

Os túneis do lado espanhol, são actualmente utilizados pelo "Laboratório Subterrâneo de Canfranc", para estudos de astrofísica ligados aos neutrinos, matéria negra e núcleos atómicos.

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Passamos a fronteira para França, dentro do extenso túnel de Somport, 8.608 m, que começa mesmo ao lado da estação de Canfranc e seguimos para o Col D'Aubisque, em belíssimas estradas de montanha.
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E belíssimas paisagens.
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Até que chegámos ao Col D'Aubisque.
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Mítico para os ciclistas do "Tour de France".
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Apesar de o sentido circulação estar sempre condicionado.
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Desta vez a estrada estava totalmente fechada.
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Ainda pensámos ficar neste hotel, mas estava fechado!
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Ao contrário do que tínhamos previsto, que era seguir pelas estradas de montanha e picos do "Tour de France", com destaque para o mais alto, o Col du Tourmalet, com 2.115 m.
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Tivemos de voltar para trás.
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Subimos e descemos mais uma "montanhas".
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Com a minha RT Adventure sempre em grande forma.
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Até que passámos a fronteira no Col du Pourtalet, do lado francês.
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Ou Puerto de Portalet, do lado espanhol
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Passámos depois por Formigal, que estava fechado por falta de neve e descemos quase até Jaca, de onde tínhamos partido a seguir ao almoço.

Daí, fizemos uma estrada larga, com curvas espectaculares, negociadas a "grandes velocidades" e "grande estilo", até Fiscal, onde tomámos um lanche tardio.

As nossas motas faziam muito sucesso entre os locais.
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Daqui para a frente, com a noite a cair rapidamente, fizemos uma sinuosa e trabalhosa estrada de montanha, no fundo de gargantas profundas, onde por vezes o sinal de GPS se perdia e onde pouco mais vimos que, a cor das marcas no alcatrão, os reflectores dos rail's de proteção e as paredes de pedra verticais.

Muitas vezes, a estrada pouco mais permitia que a passagem de uma só mota.

Depois de mais de 500 km, foi com alívio quando vislumbrámos a entrada dos 5.230 m do túnel de Vielha.

Quando de lá saímos, tivemos a surpresa de constactar que, do lado de Vielha, chovia com alguma intensidade.

Mas já nada nos importava.

Queríamos era fazer os 6 km que faltavam, chegar ao hotel, e ir jantar.

Já eram 23 h, quando nos sentámos à mesa de um restaurante, para jantar.

Tinha sido um dia cansativo, mas muito interessante e variado, com a passagem por locais lindíssimos e diferentes dos que normalmente estamos habituados a ver.

Apesar do contratempo da estrada fechada, estávamos satisfeitos!!
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Re: Iberian Cost Tour 2016-4 Extremos Ibéricos

Mensagem por JoseMorgado » 17 abr 2016 17:25

5º Dia, 574 km, Vielha-Baqueira Beret-Port de la Bonaigua-Puigcerdà-Ripoll-Col d'Ares-Col de Belitres-Cabo de Creus-Lloret del Mar

Choveu toda a noite em Vielha, mas, mais uma vez, amanheceu com Sol e temperaturas agradáveis!!

Depois do pequeno almoço, no simpático Hotel Albares, mesmo no centro da zona antiga de Vielha, foi tirar as motas da garagem e carregar as malas.

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Mais um abastecimento das nossas motas. Foram sempre 2 a 3 por dia.

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Uma constatação, nas mesmas condições de condução, trajecto, atmosféricas, etc., entre cada abastecimento, onde os depósitos eram sempre atestados, a minha RT consumia cerca de 4 a 5 lt a menos, ou seja, tinha a mais, cerca de 100 km de autonomia.

Continua a ser, a melhor Mota do Mundo!!

Depois de uma voltinha por Vielha.
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Passámos por Baqueira-Beret.
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Seguimos pelo Vale de Aran.
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E subimos para o Port de Bonaiguà, a 2.072 m de altitude.

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O tempo continuava óptimo.
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O GPS da minha mota, que foi uma grande ajuda nesta viagem, apesar de alguns problemas em obedecer às minhas ordens de trajectos personalizados.
Por vezes ganhava "vontade própria"!!
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Depois de muitas voltas por serras com paisagens espectaculares, passámos a Sul de Andorra e chegámos a Puigcerdà, onde tomámos um cafezinho, numa esplanada de um compatriota!!
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Mais umas centenas de km's por estradas de montanha, entre rios e linhas de comboio, e onde por vezes só cabia uma mota, levaram-nos até Ripoll.
Almoçámos numa esplanada, a ver as motas.
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A dona do restaurante, que tinha família em Lisboa, também gostou de as ver.
Gostou principalmente da do Luís!!
Aliás, foi sempre a mota mais observada.
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Que até tirou uma fotografia em cima dela. Parece que gostou da experiência!
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Subimos pelos El Ripollés.
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Até ao Coll d'Ares.
Aqui com uma referência à sangrenta Guerra Civil Espanhola de 1936-1939.
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Zona protegida.
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Com paisagens deslumbrantes.
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A maçonaria também estava presente, mais uma vez com recordações do sofrimento humano causado pela Guerra Civil Espanhola.
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As motas paradas em cima da linha de fronteira, entre Espanha e França.
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Outra vez, França.
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A vista para o lado francês, já com o Mediterrâneo ao fundo!
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Foi para lá que seguimos, num final de tarde muito quente.

A temperatura atingiu os 27º.

Depois de muitas estradas às curvas e muito transito, só parámos novamente na fronteira, no Col de Belitres, junto ao Mediterrâneo, com a despedida definitiva de França, durante esta viagem.
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A enorme estação ferroviária de Cerbère, onde tínhamos passado há pouco.
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O posto fronteiriço abandonado, já do lado espanhol.
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Mais uma referência à Guerra Civil Espanhola e aos seus milhares de mortos.
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A entrada em Espanha.
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O nosso objectivo do dia, o Cabo de Creus, estava lá ao fundo, à esquerda!!
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Do lado espanhol, também há a enorme estação ferroviária de Portbou, só que não é visível.

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Temos de seguir viagem rapidamente, para poder chegar ao Cabo de Creus, ainda de dia.
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Depois de muitas voltas e voltinhas, chegámos ao 3º objectivo da viagem, o ponto mais a Oriente da Península Ibérica, o Cabo de Creus.
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A porta do Farol.
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Objectivo atingido, mesmo ao Pôr do Sol.
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A costa.
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Alguém já ligou, em 1998, dois dos nossos 4 cabos, ou seja, mais ou menos, metade do percurso.
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Seguimos então para Lloret del Mar, a cerca de 130 km, onde íamos dormir.

Lá chegados, constactámos que tudo era de muito fraca qualidade, a vila, os restaurantes, a garagem e, principalmente, o hotel.

Acho que, qualquer um de nós, nunca mais irá voltar a esta terra tão feia.....
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Mensagem por JoseMorgado » 17 abr 2016 19:14

6º Dia, 643 km, Lloret del Mar-Peníscola-Valência-Albacete

Este dia apresentava-se muito pouco exigente, em termos de percurso.

Foi feito para rolar calmamente para Sul.

Saímos da Lloret del Mar, o sítio mais feio deste passeio, pelas 10h.

Este era o fraquíssimo hotel.
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Tudo o resto era pior.....

Seguimos em direcção a Barcelona.

Parámos na estação de serviço, Porta de Barcelona, para abastecer, tomar um café e lavar, ou antes, passar as motas por água......
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Pelo menos o sal das estradas, dos últimos dias, desaparecia-

À hora do Almoço, chegámos a Peníscola e fomos à procura de um restaurante para comer arroz e marisco.
Descobrimos o "Xulos", onde comemos, entre outras coisas, arroz negro.

Tudo muito bom.
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Pormenor da zona dos "aseos"
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Seguimos depois até Valência, onde deixámos as Autopistas e as Autovias, para percorrer uma estrada nacional, larga, com muito bom piso e com uma montanha pelo meio, para fazer umas curvas rápidas, muito interessantes.

Chegámos cedo a Albacete.

Depois dum pequeno descanso, fomos jantar a um "Asador", recomendado pelo recepcionista do hotel.
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Comeu-se bem, apesar de o António ter reclamado que a carne, que era óptima, tinha muita gordura.....

Depois de um pequeno passeio pedestre, recolhemos ao hotel cedo.
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Mensagem por JoseMorgado » 18 abr 2016 01:37

7º Dia, 796 km, Albacete-Parque Natural Sierras de Cazorla, Segura y las Villas-Parque Natural de Sierra Nevada-Gibraltar-Tarifa

Este foi o dia com mais km's para percorrer, por isso, a saída foi cedo, às 7:30h.

Depois de percorrermos cerca de 200 km com Sol, mas temperaturas baixas, perto dos 0º, chegámos à bonita zona do "Parque Natural, Sierras de Cazorla, Segura y las Villas", onde fizemos uma estrada com excelente piso e interessante traçado.

Curiosamente, todos os rail's e respectivos prumos, estavam forrados com madeira.
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Aqui, passando a localidade de Hornos.
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O nevoeiro estava presente no vale, abaixo do nosso trajecto.
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Mais de 100 km à frente, entrámos no "Parque Natural de Sierra Nevada".
Com estradas largas, bem desenhadas e vistas espectaculares.
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Quando chegámos a Laroles, almoçámos na esplanada de um restaurante.
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Com uma vista deslumbrante.
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Ao lado do restaurante, existia um posto de abastecimento da GALP.
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Onde a diferença, em relação a Portugal, nos preços dos combustíveis, está escandalosamente patente.
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Depois de um bom almoço, seguimos, por uma estrada muito tortuosa, e algum transito, em direcção à estancia termal de Lanjarón, onde é engarrafada uma das águas minerais mais conhecidas de Espanha.

Esta foi das poucas estradas, desta viagem, que não nos agradou percorrer.

O seu traçado, a sua extensão e a pouca aderência do piso, aliados aos cerca de 500 km que já tínhamos percorrido, tornaram esta secção do percurso algo penosa.
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Aqui, a fábrica de engarrafamento da Lanjarón.
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Apanhámos depois a Autovia, A44, até Motril e depois a A7, passando por Málaga, Marbella e Estepona, até entrarmos em Gibraltar.
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Depois de uma volta de mota pela cidade e, como ja era tarde, seguimos em direcção ao hotel, deixando o último objectivo da viagem para o dia seguinte.

Como em Tarifa não havia nenhum hotel com garagem privativa e nenhum de nós gosta que as motas durmam ao relento, e ao alcance dos "amigos do alheio", ficámos num hotel de estrada, a 10 km de Tarifa.

Foi na Meson de Sancho, que se revelou muito bom, com quartos optimus, espaçosa garagem e um bom restaurante, onde jantámos.

Encontrámos lá um alemão "enorme", que vinha de Tanger, ele dizia que vinha de "África", com a sua majestosa Harley Davidson, Road King, nova, já com algumas transformações e cheia de pó, vinha de "África".....

Queria ir para Faro e pediu informações sobre a concentração do Verão.

Também foi parar aquele hotel, pela garagem.

Aqui está a sua motinha.
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Cheia de pó!!
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Algumas transformações.
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Uma meia no filtro de ar, para o pó.
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