Cronica da viajem BMW McP - BOMCAR- MARROCOS 2008

Tudo sobre o nosso Programa, locais que vamos descobrindo. Opiniões e marcação de futuros passeios.

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TeresaSousa
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Cronica da viajem BMW McP - BOMCAR- MARROCOS 2008

Mensagem por TeresaSousa » 07 mai 2008 15:51

Marrocos

Uma viajem para recordar o resto da vida, durante 10 dias percorremos 4576 Km atraves de locais lindos, maravilhosos mas também inospitos.

Etapa 0 – 23 Abril

Dia de grande atribulação, eram 23H e ainda andavamos na garagem de volta da LT mas ficou tudo pronto.


Etapa 1 – 24 Abril – Marinha Grande / Zahara de Los Atunes

Tudo começou as 7:00 com o despertador a tocar. As 8:20 saimos de casa, eu com a lagrima no canto do olho depois de me ter despedido do meu filho pois iriam ser 10 dias sem ele.

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Bem lá seguimos até ao ponto de encontro – Area de serviço Salvaterra.
Quando lá chego já lá estava uma mota, olho para o lado e vejo o Serafim. Entretanto chega o Robalo, o Angelo, o José Almeida e o Luis Almeida.
As 10:10 arrancamos, fizemos uma calma viajem a uma média 140 km/hora, pelo caminho á saida para Beja passa por nós o grupo vindo de Lisboa.
A barriga a dar horas e resolvemos parar para Almoçar em Serpa, o Restaurante Lebrinha foi o escolhido aqui juntaram-se a nós Fera na sua GS 800 e a carrinha com o Alexandre e o Bruno.

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As 14:35 estavamos a passar pela Placa Espanha...
Parámos logo nas primeiras bombas para atestar e aqui o Ricardo e a Carolina encontram-se connosco.

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Lá seguimos, mas poucos km a frente o Rui sente PUMM no capacete e pergunta-me vais a dormir? – eu: vou – bem o calor era tanto, a mota uma autentico sofá e tinha acabado de almoçar estavam reunidos todos os ingredientes para uma soneca.

Com mais 3 paragens pelo caminho a nossa chegada ao Hotel foi as 20:30, bem fomos praticamente os ultimos a chegar, foi chegar tomar um banhinho e correr e ir jantar.

O primeiro Briefing da viajem deu-se aqui onde fomos informados dos procedimentos de fronteira, entregue o Road-book e lembraças para todos. Foram tiradas as primeiras fotos do grupo.

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Última edição por TeresaSousa em 09 mai 2008 08:39, editado 3 vezes no total.
Teresa Sousa

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odraciR
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Mensagem por odraciR » 07 mai 2008 17:16

Boa Tarde Teresa,

Isso não vale .. Quer dizer estou eu a ler o relato e de repente leio um "Continua ..." .. Estava a gostar tanto .. Está mal .. :D

Espero que não demores muito pois este Primeiro Capítulo está Excelente :!: Parabéns :!: :!:

Ricardo
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josecunha
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Mensagem por josecunha » 07 mai 2008 19:03

Boa malha Teresa 8) as mulheres aqui estão umas cronistas de primeira, vamos lá que o pessoal ficou com água na boca :D

Ainda agora começou :wink:
JCunha
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ARSerrao
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Mensagem por ARSerrao » 07 mai 2008 21:42

Teresa,

Percebo que vamos ter uma exposição e x t e n s a ao nível do passeio. Obrigado... Vamos reviver ao rtimo da expedição o BMW McP - Bomcar - Marrocos 2008. Boa Teresa :D
_________________________________________________________
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TeresaSousa
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Mensagem por TeresaSousa » 08 mai 2008 09:56

Etapa 2 – 25 Abril –Zahara de Los Atunes / Fés

Este dia foi marcado pela passagem pela fronteira pois é sempre um acontecimento.

A saída do Hotel Mélia Atlanterra aconteceu as 8:00

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As 8:20 já estavam as 30 motas em Tarifa estacionadas ao lado do Ferry

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mas a chegada até aqui também foi um acontecimento devido ao vento demasiado forte, as motas eram arrastadas violentamente de um lado para outro, estava ansiosa que aqueles 41 km acabassem rapidamente.

As 9:00 já estávamos a receber os bilhetes, foi mostrar os passaportes e entrar para o ferry.

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As motas foram devidamente atadas com cintas.

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Depois dos passaportes carimbados, fui reconhecer o ferry, tirei umas fotos,

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a ondulação era imensa eu andava no barco de um lado para o outro parecia que tinha apanhado uma bebedeira, sento-me a olhar para a linha do horizonte e aqui começa a minha desgraça, começo a sentir-me mal, choro, entro em pânico mas veio logo uma "hospedeira" colocar-me um saco de gelo na nuca, a reacção foi instantânea.

As 16 milhas que separam Tarifa de Tânger que demoram em media 35 minutos pareceram-me uma eternidade foram para mim um autêntico tormento.

O Ferry atracou foi desamarrar as motas e seguir até a fronteira.

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Foi então aqui o acontecimento do dia, uma autêntica confusão.

Era papel verde, papel amarelo, papel azul, era subir ao primeiro andar para registar os passaportes na polícia daqueles que nunca antes cá estiveram, eram os “emplastros” que a troca de uns euros se dispunham a tratar de tudo mas na realidade não tratavam de nada, era os agentes da Policia e da Alfândega de um lado para outro, abriam porta bagagem de um carro depois fechavam, depois abriam de outro,..... Aqui ninguem tinha pressa e tudo foi feito nas calmas.

Finalmente, toda a burocracia estava tratada, ao fim de pouco menos de uma hora já estavam as 30 motas os 2 jipes e a Ducato em terras Marroquinas,

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Foi trocar euros por Dirames, juntar todo o grupo e seguir em caravana para atravessar Tanger, o nosso destino foi direcção da auto-estrada.

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Ao fim de +/- 80 km chegámos a área de serviço de Larache, bem aqui mais um acontecimento o fulano das bombas deixa a mota a encher o deposito e vai embora a bomba não dispara e a gasolina começa a derramar para o chão fica tudo cheio de gasolina, e como não podia deixar de ser tivemos de a pagar toda.

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Mas aqui nesta área de serviço uma surpresa esperava por todos nós, o Miguel Pinto tinha oferecido uns Leitões e se estavam uma maravilha, o pão era marroquino mas estava quentinho e “soube-nos que nem gingas”.

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Barriguinha cheia e mota atestada lá seguimos direcção Fés. Em Kénitra parámos para descansar as pernas e aqui a Nina conta que vai em direcção a casa de banho e vê um rato a porta, entra na mesma mas teve de voltar para trás a casa de banho estava imprópria para uso.

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Novamente a rolar sempre pela auto-estrada e com um calor abrasador 31º agora em direcção Salé, Meknés e finalmente a chegada a Fés aconteceu pelas 16H.

Nesta viajem até fés fiquei surpreendida com a quantidade de crianças a andar de bicicleta a brincar a atravessar a auto-estrada, camionistas a dormir debaixo do camião, animais á borda da estrada, policia também havia muita. Grande parte do percurso na auto estrada pode observar muitos campos de cultivo, onde se viam imensas pessoas a trabalhar curvadas com uma caixa ou coisa parecida as costas e meia dúzia de capatazes a observar, parecia uma autentica escravatura.

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Já no Hotel começamos por ter de preencher uma tonelada de papéis, passaporte para lá para cá, foi retirar a tralha da mota e da Ducato e entretanto começo a falar com a Isabel a cerca de irmos visitar a Medina, surge então o Guia oficial do Hotel prontamente acordamos o preço o transporte e a hora com ele para a visita e subimos até ao quarto para ir mudar de roupa.

Há hora marcada estávamos quase todos no hall de entrada do Hotel,

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então seguimos em duas carrinhas Hiunday H1 até á Medina e a primeira impressão que tive é que tinha voltado atrás no tempo aos tempos medievais.

O nosso Guia foi impecável connosco, começou por nos avisar para termos cuidado com a carteira, telemóvel, para não parar-mos a falar com qualquer um, andarmos todos juntos …….

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A entrada na Medina foi feita por uma rua estreita escura e cheia de lixo o cheiro era ……….. continuamos vira a esquerda vira á direita e é indescritível e inacreditável tudo o que se observa era um acumular de imagens digitalmente. :D

Achei desumano um senhor a fazer um trabalho em condições degradantes, ele tinha como missão municiar com serradura um enorme forno que serve para aquecer as caldeiras de água quente dos banhos. Um autêntico buraco que se situa no subsolo, uma poeira incrível e um calor sufocante um autêntico inferno.

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Também achei uma escravatura aqueles homens a trabalhar nas tinturarias, o cheiro não era muito porque para eles era domingo e não havia quase ninguém a trabalhar.

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Visitamos uma loja de tapetes e lá bebemos um chá.

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Visitamos uma loja peles

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Visitamos uma farmácia onde comprei um pacotinho de chá, mas não coloquei nenhum tipo de creme na pele e não cheirei todos os frascos que o Sr. da farmácia nos deu a conhecer eram produtos para tudo o que se possa imaginar, mas eu sou esquisita e não alinhei nessa.

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Visitamos uma loja de tecidos aqui o Rui comprou uma t-shirt e eu um

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Quanto as lojas da comida não tenho palavras para descrever, só ver para crer.

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A cidade de Fés para mim tem uma luz e uma vida muito própria, uma grande diversidade de sons e cheiros, que nos despertam os sentidos.

O jantar e o briefing decorreu no Hotel Zalagh Park Palace onde também pernoitamos, este hotel para mim ficou marcado pela autêntica confusão resultante da Irmã do Rei de Marrocos estar no Hotel.
Última edição por TeresaSousa em 12 mai 2008 08:16, editado 3 vezes no total.
Teresa Sousa

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Mensagem por josecunha » 08 mai 2008 10:22

Fantástico Teresa :P , muita gente vai ficar com pena de não ter vivido isto tudo connosco.
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Mensagem por PJacques » 08 mai 2008 22:45

Isto vai dar um livro :idea: :wink:
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Mensagem por pedropcoelho » 08 mai 2008 23:21

Fantástico Teresa. Ao ler a tua crónica só tenho vontade de regressar aquela "confusão". Continua com os dias seguintes rápidamente pois a ansiedade é grande.

Pedro
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Mensagem por TeresaSousa » 09 mai 2008 08:37

Etapa 3 – 26 Abril – Fés / Merzouga

Hoje havia 665 km a percorrer. As 7:30 já estavam as malas todas dentro da carrinha como combinado no dia anterior no briefing.

Saímos as 8:00 de Fés em direcção a Azrou.

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Passamos pela universidade Sidi Mohamed Bem Abdellah

Podiasse observar aglomerados de casas onde as ruas tinham imensas crianças, e lado a lado com o lixo a feira onde se vendia tudo o que é possível.


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Azrou também é conhecida pela sua floresta de cedros e os seus macacos. (mas infelizmente não tivemos tempo para os ir visitar :( )
Azrou significa rocha em berbere e foi isso mesmo que podemos observar, notou-se a diferença quantos mais km iam passando mais montanhosa ia aparecendo.

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Após 164 km chegámos a Kenifra uma cidade muito pobre, muito pequena o seu solo era vermelho, estávamos em pleno Médio Atlas.

Parámos para atestar.
Foi aqui que a Bomcar fez a sua primeira assistência, a RT do Pedro Patrao avariou o EWS, mas logo foi substituída a antena e ficou o problema resolvido. :wink:

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Próximo destino Imilchil o almoço esperava lá por nós.

Foi neste percurso que eu senti pela primeira vez a falta da minha GS, era curva a seguir a curva os estribos da LT em cada curva deslizavam no alcatrão, e aqui senti uma imensa vontade de conduzir a minha mota mas …. como não a tinha tive que me abster desse sentimento e dediquei-me a tirar fotos.

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em pleno Médio Atlas eu a devorar uma maça de Alcobaça (obrigado Marcelino a
maça era deliciosa)

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Para se chegar a tenda onde era o almoço tinhamos um pequeno troço em terra. Fez-se muito bem a LT é uma gaaanda mota, passa por todo o lado. :D

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É beira do lago debaixo duma tenda pudemos almoçar e a ementa foi uma sopa, umas maravilhoas brochetes, com arroz e batata frita e como sobremesa fruta, o almoço estava delicioso.

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Por aqui ficámos algum tempo estava-se mesmo bem, colocou-se 10L de gasolina em cada mota, (e perguntão gasolina á beira de um lago:?: ) sim a organização contratou um camiao e levou para lá 30 L de gasolina por precaução, para que ninguem ficasse a pé), mas o Sr. Maia tinha ficado a pé mas não foi sem gasolina, a mota dele ficou sem bateria e não pegou mais e teve de vir dentro do fugon o resto da viagem.
A mota do Luis campos a sua F650GS também lhe pregou uma partida e teimava em não pegar, mas corriasse atrás dela e começava a trabalhar. :wink:

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Entretanto o Marcelino começa a dizer “pessoal vao embora está a ficar tarde”, e quando olho para o relógio eram 16H olho para o Road-book e vejo que ainda tinhamos 291 km para fazer e penso “oh meu deus temos de dar corda aos sapatos para ver se lá chegamos de dia”
Organizou-se o grupo e partimos, rolamos sempre devagar 70/80 km/hora.

O Arlindo passa por nós e diz adeus, lá seguiu nunca mais o vimos só no Hotel.

O percurso de Imilchil a Rich ficou-me na memoria pelo seguinte: por todas as aldeias ou aglomerados de casas por onde já tinha passado havia imensas crianças na rua nós passavamos e elas diziam adeus, riam-se para nós ficavam felizes por nos verem passar e nós lhe levantar-mos a mão dizendo também adeus, mas estas daqui tinham atitudes um pouco diferentes. Estas crianças quando viam passar alguém na estrada começavam a correr em direcção a estrada e atiravam-nos pedras. Não consegui perceber porque! seria odio, revolta, desespero não sei. :?: :idea: :!:

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Quando chegámos a Rich o Marcelino esperava por nos :D , quando olho para o Jipe vejo que vidro de trás estava todo partido e o José Pedrosa diz: fomos apedrejados, eu nem queria acreditar :o

A partir daqui: Rich até Merzouga fomos sempre “colados” á traseira do jipe, estava a ficar escuro e ainda faltavam muitos kilometros e com o jipe á frente tornava-se muito mais facil.
A travessia da cordilheira, Er Rachidia e Rissani onde existe o maior palmeiral do mundo foi feito com o escurecer do dia … que pena :cry:

A chegada ao hotel aconteceu as 22H.

A entrada do Hotel aconteceu uma cena com o Robalo. A estrada de acesso ao Hotel era em areia e quando o Rui ia a chegar á porta um gato pára a nossa frente o Rui trava um pouco para não atropelar o gato, e o gato não se mexeu, mas o Nelson acelera a sua GS e gato lá fugiu e nós continuámos eu pensei iamos caindo por causa daquele malvado gato :evil: e oiço o Robalo a dizer “ajudem-me, Teresa, ajudem-me……..” saio logo da mota e vou a correr, mas já estava o Pedro a levantar a mota de cima dele, o Robalo quando o Rui travou ele também teve de travar apanhou uam zona com mais areia e foi ao chão. Felizmente não se aleijou muito, andou com o pé dorido.

O dia de hoje foi uma etapa maratona.
Última edição por TeresaSousa em 12 mai 2008 09:20, editado 1 vez no total.
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Mensagem por TeresaSousa » 12 mai 2008 09:19

Etapa 4 – 27 Abril – Merzouga / Ouarzazate

Acordei cedo, não havia pressa, o briefing estava marcado para as 9:30.

Abri a janela do quarto e vejo dunas, e alguns dromedários …. Lindo …… visto-me e venho para a rua, que maravilhoso inicio de dia. Tiramos umas fotos, corremos, brincámos só fiquei com pena de não ter ido ver o nascer do sol.

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Numa lojinha á entrada do Hotel compramos um GPS de papel (vulgarmente conhecido como mapa), pois andar por terras marroquinas sem mapa é muito complicado.

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As 9:30 – Briefing

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A saída do Hotel aconteceu pelas 10:00

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Duas magnificas estátuas representando dois dromedários e ladeando a estrada, marcam a entrada do Hotel

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Toda a paisagem á volta do Hotel e inclusive o Hotel era excelente.

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Os estradoes eram enormes, parecia que estávamos no Texas, mas ainda íamos tendo um incidente com um dromedário que se atravessou á nossa frente.

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Os kilometros foram sendo feitos e começamos a ver palmeiras, estávamos perante o extenso palmeiral do Tafilalet o maior de Marrocos, é um cordão com setecentas mil palmeiras que se estende pelo vale Ziz por mais de 50 km.
A economia da grande maioria das famílias berberes que aqui habitam depende deste tipo de palmeira, que produz diferentes variedades de tâmaras.

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Parámos para almoçar, o Marcelino entretanto chega e junta-se a nós, escolhemos o restaurante acordamos o preço e aqui almoçamos. Eu almocei bem, mas nem todos puderam dizer o mesmo.

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Continuamos para oeste e aqui as montanhas já faziam parte do nosso percurso bem como as curvas e mais curvas, a paisagem era deslumbrante, que nos deixou extasiados.

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Chegámos a Ouarzazate pelas 16H00, mas nem parámos no Hotel seguimos logo até Ait-Benhaddou que ficava a 15 km.
A aldeia de ait-Benhaddou foi classificada pela UNESCO como património mundial, é aqui que estão localizados os estúdios de cinema para a rodagem de vários filmes entre os quais: Cleópatra, Asterix e Obelix, Jóia do Nilo, …. Entre outros.

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O regresso ao Hotel Palais Salam aconteceu pelas 17:30, onde ainda viemos a tempo de dar um mergulho na piscina.

Uma das primeiras pessoas que encontramos no hotel foi o Coelho e um amigo, vinha do trópico de câncer e aqui juntou-se a nós e iria connosco até Marraquexe.

O briefing foi rápido pois falou-se principalmente dos cuidados a ter em Marraquexe.
Última edição por TeresaSousa em 13 mai 2008 08:26, editado 2 vezes no total.
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