Passeio à Barragem de Alqueva

Março 2016

 

No local de concentração, à saída de Lisboa.

 

 

Depois de nos juntarmos, ao grupo que estava em Águas de Moura,

 

 

Seguimos até à Barragem, Eng. Trigo de Morais, (Vale do Gaio).

 

O estacionamento estava "lotado".

 

As "Grandes Estradistas".

 

Uma espectacular K1200R.

 

Com matrícula espanhola!!

Que vinha da Galiza, com o grupo do Norte.

 

 

Uma F800GS das novas.

 

A vista do paredão, para jusante da barragem.

 

Seguimos para a Barragem de Odivelas.

 

Com mais uma pequena paragem.

 

As Meninas foram apanhar "Ar".

 

Apesar de estarmos num Inverno chuvoso, esta barragem tinha pouca água.

 

Os "opostos" que coabitam muito "bem".

 

Antes de almoçar, ainda passámos pela Barragem de Albergaria dos Fusos, mas não parámos, pois a mesa já estava posta, à nossa espera!

 

 

Depressa chegámos à Herdade do Moinho Branco, onde está a Adega e Restaurante Ribafreixo.

 

O estacionamento foi rápido!

 

Aqui, já sentados à mesa.

 

A mesa onde estavam os sócios mais antigos presentes, o "Maltezinho", o Domingos Ribeiro, o Manuel Batista e o José Cavaleiro.

 

 

Animados, como sempre! 

 

O Presidente a fazer as "Honras da Casa".

 

O almoço, como é costume, foi muito bom e muito animado.

 

Tivemos é que nos despachar, pois a Barragem de Alqueva esperava já por nós!

 

 

À saída do almoço, enquanto o Eduardo David e Silva, pacientemente, esperava pelos mais atrasados.

 

À entrada do "Aproveitamento Hidroelétrico de Alqueva".

 

O Presidente e a "Pendura" Marta, sempre paciente e bem disposta.

 

Já dentro da barragem.

 

Um dos fotógrafos.

 

O "Cantinho" das K1600.

 

A "Grande Muralha".

 

Que sustem as águas de uma das maiores barragens da Europa e a maior da Península Ibérica.

 

Alqueva 1

 

Alqueva 2.

 

Os imponentes descarregadores de emergência.

 

As linhas de alta tensão, à saída dos Geradores/Motores.

 

A albufeira, a jusante da barragem, criada pela Barragem de Pedrógão, que assim permite o funcionamento reversível de Alqueva, nas horas de vazio no consumo e grande produção eléctrica das renováveis.

 

Essa energia, produzida principalmente pelas eólicas, em horas de nenhum valor comercial, é utilizada para bombar a água, já turbinada, para montante, permitindo o reaproveitamento energético da mesma.

 

Antes da construção de Pedrógão, normalmente esta zona tinha apenas uma pequena linha de água.

 

 

Túnel de ligação, entre Alqueva 1 e Alqueva 2, por onde começámos a visita ao interior da barragem.

 

À entrada de Alqueva 2, a habitual placa comemorativa da inauguração.

 

Quadros explicativos sobre a construção do "Reforço de Potência, Alqueva 2".

 

Este 2º aproveitamento hidroeléctrico, previsto desde início da construção da barragem, só foi começado a construir, em 2008 e entrou em funcionamento. em Janeiro de 2013.

 

 

Já dentro da "Sala" que fica por cima das 2 turbinas.

 

A protecção superior de uma das turbinas.

 

Todos muito atentos.

 

A "Sala de Comando Alqueva 2".

 

Tudo atento às explicações do nosso simpático guia.

 

Os vários painéis de comando digital, apesar de, normalmente, já aqui não existir ninguém para comandar o funcionamento das turbinas.

Tudo é já comandado, remotamente, em Castelo de Bode.

 

No entanto, em caso de emergência grave, é aqui que se param as turbinas.

 

De seguida, fomos ao Alqueva 1, mais antigo que o 2, mas com uma qualidade "arquitectónica" muito superior.

 

Na altura havia mais dinheiro para gastar!!

 

Interessante perspectiva interior, com a sala de comando no topo.

 

Na "Sala de Comando de Alqueva 1", sempre acompanhados pelo simpático guia da EDP.

 

O monitor de comando das 2 turbinas.

Também aqui, tudo é comandado, remotamente, a partir de Castelo de Bode.

 

De seguida, descemos até aos pisos inferiores, onde estão as turbinas, onde circula a água e onde se produz a energia eléctrica.

 

 

E onde estão também os barramentos, grandes barras de cobre e alumínio, que conduzem grandes intensidades de corrente eléctrica.

 

Aqui está o veio principal de uma das turbinas, que faz a ligação entre, o gerador, em cima, e a turbina, em baixo, que é onde a água exerce a sua força.

 

Aqui, novamente à superfície, depois de se subir várias dezenas de metros, uns de elevador, outros pelas escadas.

 

No final da tarde, depois da recepção dos participantes, no Hotel Rural Horta da Moura, ao lado do Castelo de Monsaraz, o dia acabou com um espectacular jantar no restaurante do hotel.

 

O dia de Domingo começou, com uma visita ao interior do Castelo de Monsaraz, onde as motas, como todos os outros veículos motorizados, são obrigadas a ficar à porta.

 

O dia estava óptimo e a boa disposição estava bem presente.

 

As vistas são espectaculares, sempre com a Albufeira de Alqueva, em pano de fundo.

 

Aqui a Patrícia aguardava pelo António.

 

A Ana Real e a Manuela Ribeiro, trocam uns dedos de conversa.

 

A paragem seguinte foi no Castelo de Arraiolos.

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Ao lado da Igreja de Nossa Senhora do Castelo.

 

E aqui, sim, as motas tiveram direito a estacionamento privilegiado!

 

 

O almoço foi em Arraiolos, no Alpendre, e teve um grande "defeito", serviram comida a mais, quer em nº de pratos, quer em quantidade.

 

O problema só surgiu porque, no final, não havia lá local para fazer a sesta!!

 

 

Excelente Passeio, que contou com a imprescindível organização do Eduardo David e Silva e do José Torres e a colaboração, nos contactos com a EDP, da Maria José Honório.