Pelo Douro até à Pré-História

Voltamos aos nossos passeios pelas estradas de Portugal e à companhia das propostas VisitPortugal.com: desta vez vamos em direcção ao norte do país. Para continuar a “gozar” Portugal!...
 
Venha fazer estes quilómetros connosco.

Pelo Douro até à Pré-História

 

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Veja aqui o PODCAST do passeio.

 

Ou se preferir alguns caminhos "alternativos"
aceite a proposta dos nossos Nomad's Amigos.
Veja aqui.
Engravatados 
Enlameados
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Vs.

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Torre de Moncorvo

O nome desta localidade está associado a um nobre leonês, Mendo Curvus, senhor destas terras, que tendo participado na Reconquista Cristã da Península Ibérica aqui mandou construir um castelo para sua residência e defesa do território. D. Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal, confirmou os privilégios dados anteriormente aos habitantes e concedeu à povoação os forais de 1128 e de 1140.

Um século depois, Torre de Moncorvo ganhou nova importância quando foi elevada a vila por iniciativa do rei D. Dinis. Nesse mesmo reinado, reedificou-se o castelo e reforçaram-se as muralhas, confirmando o facto de constituir um ponto de defesa avançada da fronteira portuguesa durante a Idade Média.

Em 1512, D. Manuel concedeu foral novo a Torre de Moncorvo, constituindo então uma das maiores comarcas do país. Situada no fértil Vale da Vilariça, junto da Serra do Reboredo, a localidade transformou-se num importante pólo de troca comercial entre os territórios a Norte do Rio Douro e a zona vinhateira da Beira Alta. A riqueza desta região reflectiu-se na construção de dois importantes monumentos: a imponente Igreja Matriz de Torre de Moncorvo e a Igreja da Misericórdia, de estilo renascentista.

No séc. XVII, foi criada a Real Feitoria dos Linhos e Cânhamos, por iniciativa régia de D. João IV. Durante o séc. XVIII, o uso da seda desenvolveu-se e a cultura do bicho da seda veio substituir a do linho, dando continuidade à produção têxtil regional. Uma outra área de investimento foi a exploração mineira, que teve início em 1874 e se deve ao facto de aqui existir um dos maiores jazigos nacionais de ferro. O actual Museu do Ferro e da Região de Moncorvo lembra-nos como foi a evolução desta indústria e dá-nos mais informação sobre a história e costumes locais.

Para visitar Torre de Moncorvo, aconselha-se o final do Inverno, quando a Câmara Municipal organiza uma feira de artesanato e promove a região através da iniciativa "Amendoeiras em Flor".

Não deixe também de ir a Adeganha, uma povoação que fica a 19 km e que conserva ainda as características rurais transmontanas. Aí, visite a Igreja Matriz de Santiago Maior, um interessante exemplo da arquitectura românica nordestina. 

 

Passeio de sábado: Torre de Moncorvo a Mogadouro 


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Passeio de domingo: Mogadouro a Meda


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PROGRAMA 

Dia 11 de Outubro

12H00 –  Ponto de Encontro – Torre de Moncorvo; encontro com os "Enlameados"
13H00 –  Almoço com os "Enlameados" no Café Restaurante Típico, Torre de Moncorvo

Ementa
Entradas várias
Bacalhau assado, posta mirandesa
Fruta
Vinho da casa, água e refrigerantes
Café

15H00 –  Partida para Mogadouro: Itinerário de Sábado on-road, passando por Barca de Alva » Hinojosa de Duero » Saucelle » Freixo de Espada à Cinta. Aqui encontramo-nos com os "bravos" que optarem pela versão enlameada
ou...
15H00 –  Partida para Freixo de Espada à cinta: Itinerário de Sábado off-road, passando por... nem queremos saber, vemos depois as fotografias. E os estragos!!! 
18H30 –  Check-in no Hotel Trindade Coelho
20H30 –  Jantar no Restaurante A Lareira, Mogadouro

Ementa
Melão com presunto
Bife de vitela na brasa
Pêra bêbeda
Vinho da casa, água e refrigerantes
Café

Dia 12 de Outubro

08H00 –  Pequeno-Almoço
08H00 –  Partida para Meda: Itinerário de Domingo com visita às Gravuras de Foz Côa, passando por Lagoaça » Torre de Moncorvo » Vila Nova de Foz Côa…
ou...
10H00 –  Partida para Meda: Itinerário de Domingo sem visita às Gravuras de Foz Côa, passando por Macedo de Cavaleiros » Samões » Mourão » Foz do Sabor » Pocinho » Freixo de Numão…
13H00 –  Almoço no Restaurante Sete e Meio, Meda

Ementa
Alheira de mirandela e outros enchidos típicos da região
Posta dos pobres
Requeijão com doce de abóbora e fruta
Vinho da casa, água e refrigerantes
Café

Fim do Evento: Regresso Livre – Boa Viagem!

LIMITE MÁXIMO DE INSCRIÇÕES » 15 MOTOS

Pedimos a maior atenção para o limite de inscrições função da ausência de alternativas para alojamento

Preços até 6 de Outubro
Equipa Dupla: 200,00€
Equipa Individual: 120,00€
(+10€ no caso de inscrição de não-Sócio)

Inscrição inclui: No sábado, almoço na Cooperativa, visita às Gravuras de Foz Côa, jantar no Restaurante "A Lareira", estadia em regime de alojamento e pequeno-almoço no Hotel Trindade Coelho. No domingo almoço no Restaurante "Sete e Meio".

Não inclui: Despesas com deslocações, outras refeições, portagens e extras.